terça-feira, 20 de maio de 2008

Rec[m]orte de uma ficção- Parte VI (continuação)

A noite estava realmente linda, o céu mostrava-se em toda a sua plenitude, parecendo que queria usar o reflexo do mar como espelho. Dayana chamou o Léo e a Natalia e foram a beira do "portãozinho" que dava para a praia.

Aquele dia estava sendo um misto de sentimentos para a Manuela, vontades, desejos, repulsas, saudades...Como tantos sentimentos podem pulsar com tanta intensidade no coração de alguem? Más agora ela gostaria de sentir tudo que estava evitando sentir no começo da tarde e do ar pesado da sua casa.
O vento que cortava seu rosto no carro, agora lhe acarinhava a face e os seus cabelos. Da varanda do quarto em que ela estava hospedada, a vista para todo o deck da piscina era belissima, sentiu a presença de alguem lhe observando, parou olhou para os lados não havia ninguem, mas, o quarto estava na penumbra, deixou para lá, era o cansaço. Tomou o ultimo gole do seu vinho enquanto olhava para o horizonte, uma mão pairou no seu ombro...
Um susto!
-Calma Manuela!
Era aquele homem de perfume inebriante, Hugo, com seu charme, quase debruçado em cima dela.
-Garoto! Você quer me matar de susto.
-Como vai?
-Agora assustada e você a quanto tempo heim?
-Andei fora do país.
-Nossa que interessante.-Realmente Manuela o achara bastante interessante.
-Acho que você nem lembra a ultima vez que nos vimos.
-Realmente Hugo, me lembro que você fazia academia com o Léo, mas isso tem muitos anos.
-Fazia jiujtsu.
Meu Deus! Realmente, Manuela esquecera completamente a origem daquele homem, só oque ela lembrava era de fatos isolados de comprimentos, quando ia buscar o Léo na academia e ele não tinha metade do charme que ele tem agora.
-Sim Dona Manu, se é que posso te chamar assim?
Hugo, neste momento olhava intensamente, nos olhos cor de mel de Manuela, então,
A luz se acende...
-Ooops, interrompi algo?- Natalia com seu jeito estabanado, volta a desligar a luz.
-Natalia, você é louca.- Diz Manuela, em crise de risos...

Rec[m]orte de uma ficção- Parte VI (continuação)

-Amiga, que carinha é essa?- Diz Dayanna já preocupada.
-O passado bateu na porta, literalmente, hoje. E não foi muito agradavél.- Responde Manuela com um ar de melancolia.
-Epa! Não quero lhe ver assim jamais. Minha amiga linda, maravilhosa, triste por causa de um passado sombrio?! JAMAIS! Você já viu os rapazes que chegaram? Até o Léo já está com ciúmes. Vamos beber, nos divertir, amanhã tem prainha e passado morto é passado enterrado.
Realmente passado é passado, Manuela abraça a amiga e subiram. Enquanto isso num outro canto da casa os garotos arrumam as compras para a festa que estava começando, vinhos, cervejas, bebidas de qualidade e burburinhos.
-Você viu?- Falava Marcos, enquanto pegava os pacotes pesados de cerveja.
- Se você está falando da amiga da Natalia, concerteza, mais o Hugo já está de olho, peraê Marcos! Será que não vem mulher pra gente não!? A conta está desigual!- retruca Bruno.
-Não se preocupe, que uma coisa que eu sei que o Carlos não vai deixar faltar na festa é esse item.
Então, aparece Carlos com a postura galante dele.- Deixarei faltar oque senhores? Não me diga que deixei passar algo.
-Não Carlos, a conta de mulher está desigual. O Hugo tá de olho na Manuela, você pelo que parece está com a Natália, se não me engano.- Pontua Marcos, com o seu já conhecido, olhar sinico.
-Senhores, eu não estou com ninguém, mas, vocês sabem que eu sempre estou. Mas voltando, digo-lhes, que chegaram mais duas ladies, então...divirtam-se.
Bruno para de carregar, a geladeira cheia, faz um semblante de curiosidade e diz:
-Onde está o Hugo?

[...]

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Rec[m]orte de uma ficção... parte VI (continuação)

Um carro esportivo adentra os portões da casa de Carlos, em seguida o carro de Dayana acompanhada pelo seu namorado Léo. Muita alegria e caixas de bebida, do primeiro carro saiem três rapazes o motorista chamava-se Bruno, não muito bonito, mais tinha seu charme, o segundo era Marcos uma graça onde ele chegava rodos riam e o terceiro...ops...Aquele era o Hugo?
Manuela nunca havia percebido o charme daquele homem, moreno claro, cabelo liso, covinha no sorriso. Realmente aquele final de semana estava parecendo que iria prometer e muito.
Dayana chega cheio de sorrisos e mãnhas, pequena mais com uma sabedoria enorme e o coração maior que o dobro dela. O abraço dela a conforta e o Léo também uma graça.
Ao entrar Dayana puxa logo Manuela para conversar. Apesar de Manuela transparecer uma energia irradiante, quando estava deprimida logo percebia-se...

domingo, 11 de maio de 2008

Rec[m]orte de uma ficção... parte VI

-Amiga e aí?!
Manuela toma um susto, com a entrada de supetão de Natália.-E aí, o que, Colega?-Manuela vira-se e se acomoda na bancada da pia, ela já imaginava que a história seria longa.
-Então você achou oque do rapaz? HODARA!(dialecto utilizado como interjeição. Aplicação na frase: HODARA TUDO POR ESTE HOMEM!)
-Muito bonito...tá esperando oque?
-Não sei, mais vamos ver.
Manuela ri da amiga, enquanto chega Carlos com três taças de vinho;-Um brinde!-Diz Carlos.
-Há que seria este brinde?-retrucou Manuela. Levantado a taça Carlos sorri e diz:
-A um final de semana que só está começando, a mais bela advogada e a mais bela arquiteta!
Brinde feito, o celular de Carlos toca;-Sim...chegaram...mande-os subir.
-Ladies, a festa pode começar!

sábado, 10 de maio de 2008

Rec[m]orte de uma ficção... parte V [continuação...]

A noite era fresca, Manuela não mais pensava nos sentimentos que assolavam sua mente à instantes atrás. Gostava de sentir o vento frio que cortava o seu rosto, enquanto o carro estava em movimento, olhou para a estrela mais brilhante, pediu um amor.
[...]
Carlos realmente era um moreno lindo e suas pernas faziam jus ao comentário da sua "fiel escudeira", que hoje se tornara a super heroína que lhe tirou da sua clausura e quase a defendeu do arque-inimigo. Percebia-se no ar o inebriamento de Natália pelo sorriso de Carlos, a cada palavra que ele dizia parecia que ela deslizava pela vogais e consoantes. A única reação de Manuela era sorrisos no canto da boca, até que Natália virou-se e perguntou:-Colega, aquele carro, que tava saindo quando eu cheguei, era do falecido?-Respondeu Manuela:- Num era oque?- Natália insistindo no assunto que ela percebia que a amiga naum queria tocar:- Carlos, aqueles seus amigos vão estar lá né!?- Carlos respondeu: Claro que sim...e o Hugo quando falei que vocês iriam, falou que conhecia a Manuela, poxa só eu que não te conhecia Manu.
Manuela realmente não estava afim de papo, acenou com a cabeça, fez que sim. Realmente ela conhecia o Hugo, ele era o famoso "amigo de um amigo" nada que a fizesse resgatar na memoria a imagem dele.
Chegaram na casa de Carlos, uma fachada explendida, vista para o mar, moveis rústicos, notava-se que era uma casa de solteiro, mais havia muitos quartos. Foram recepcionados por quatro cachorros enormes a Natália deu logo um grito, enquanto Manuela ja afagava-os. Carlos sorriu, quando viu o carinho de Manuela pelos cachorros, pegou as coisas no carro.
-Let's go Ladies!- Gritou Carlos com seu ar fanfarrão.-Levarei as senhoras aos seus aposentos.
Até agora Manuela não havia entendido se a Natália estava com o Carlos ou não, então quando ele colocou as coisas dela no mesmo que Manuela ela passou a entender que ainda estava rolando um "clima".
Enquanto o Carlos abria a casa, que parecia estár a mais de uma semana fechada, Manuela estava arrumando as coisas no banheiro da suite em que ela ficaria com a amiga, até que...

[...]

Rec[m]orte de uma ficção... parte V

Quando desligou o telefone, uma sensação indiscriminal de liberdade pairou, sobre o peito da protagonista.
Olhou pela janela, o véu da noite batera já a sua porta, o seu wiske acabara, a novela também e aquele homem parado e encostado no carro. O Beto definhara, não era mais aquele, pelo menos a imagem dele apodreceu na sua mente, ele acaba desistindo e arranca com o carro.
Imediatamente, Manuela pega se telefone e liga, para sua amiga, Natália:

Manuela:Natália como vai?
Natália: Colega!! Bora p/ praia!
Manuela: Como assim...
Natália: Pensa muito não, um "bofe" que tem as pernas iguais a de um jequitibá, vai me buscar agora, para passarmos a noite na casa dele com mais uma galerinha e amanhã... praaaaaaaia!
Manuela: Mas...
Natália: Se arruma que to passando.

Em seus momentos de tristeza, Natália sempre ligava, passavam horas falando besteira ou conversando com a Dayana. Natália era do tipo "morenassa", corpo perfeito, academia, uma advogada de renome na cidade e sua conselheira particular para saídas estratégicas e noites inesquecíveis, então concerteza, o programa do fim de semana, seria bom.
Manuela colocou somente coisas imprescindíveis, em uma pequena mochila, logo, Natália buzinou. Quando Manuela desceu no play, olhou para aquele homem no carro; -Meu Deus!- Ela pensou.
O mais belo sorriso à recepcionou e Natália de braços abertos a abraçou e cochichou no seu ouvido:
-Minha filha passe mal!
Realmente no momento só foi o que Manuela pensou.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

ATENTADO AO FAROL DA BARRA!




De tanto as pessoas esperarem umas as outras no Farol. O terrorista Osama Bin Laden, arquitetou novo atentado sobre um dos maiores pontos turisticos da bahia.
Quem guenta!?