terça-feira, 20 de maio de 2008

Rec[m]orte de uma ficção- Parte VI (continuação)

-Amiga, que carinha é essa?- Diz Dayanna já preocupada.
-O passado bateu na porta, literalmente, hoje. E não foi muito agradavél.- Responde Manuela com um ar de melancolia.
-Epa! Não quero lhe ver assim jamais. Minha amiga linda, maravilhosa, triste por causa de um passado sombrio?! JAMAIS! Você já viu os rapazes que chegaram? Até o Léo já está com ciúmes. Vamos beber, nos divertir, amanhã tem prainha e passado morto é passado enterrado.
Realmente passado é passado, Manuela abraça a amiga e subiram. Enquanto isso num outro canto da casa os garotos arrumam as compras para a festa que estava começando, vinhos, cervejas, bebidas de qualidade e burburinhos.
-Você viu?- Falava Marcos, enquanto pegava os pacotes pesados de cerveja.
- Se você está falando da amiga da Natalia, concerteza, mais o Hugo já está de olho, peraê Marcos! Será que não vem mulher pra gente não!? A conta está desigual!- retruca Bruno.
-Não se preocupe, que uma coisa que eu sei que o Carlos não vai deixar faltar na festa é esse item.
Então, aparece Carlos com a postura galante dele.- Deixarei faltar oque senhores? Não me diga que deixei passar algo.
-Não Carlos, a conta de mulher está desigual. O Hugo tá de olho na Manuela, você pelo que parece está com a Natália, se não me engano.- Pontua Marcos, com o seu já conhecido, olhar sinico.
-Senhores, eu não estou com ninguém, mas, vocês sabem que eu sempre estou. Mas voltando, digo-lhes, que chegaram mais duas ladies, então...divirtam-se.
Bruno para de carregar, a geladeira cheia, faz um semblante de curiosidade e diz:
-Onde está o Hugo?

[...]

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